Gente, fui pra Ribeirão do Pinhal, cidade onde mora minha
avó e outros parentes queridos. Cidade em que passei os momentos mais gostosos
de minha infância, onde eu tinha liberdade de tomar banho de chuva, subir nas
árvores e muitas coisinhas mais que só uma cidade do interior proporciona.
O Antonio é destemido, enfrenta tudo com cautela, mas não
deixa de enfrentar TUDO. Corre atrás das galinhas, faz carinho no cachorro que
todo mundo teme e, claro, deixa a mãe maluca. Morro de medo que galinhas
biquem, cachorros mordam, ele caia e quebre a perna entre outros acidentes. São
tantos medos que geram um ainda maior, o medo de colocar medo no Antonio.
Os medos das mães podem paralisar uma criança criativa e
valente, pode cortar as asinhas para sempre. Ele é saudável quando está ao lado,
mas quando toma a frente e domina, ele se torna um obstáculo para a vida seguir
leve e tranquila. A medida do medo é da palavra CUIDADO, não da palavra NÃO.
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ResponderExcluirFoi com o consenso do comentarista em si. eheheehe
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